Pictures at an exhibition
Mencionei que agora tenho um kinda fotolog? Na verdade é um álbum de fotos.
http://www.flickr.com/photos/27148645@N00/sets/
Taí. Divertiiiiido!
:)
terça-feira, 3 de janeiro de 2006
"Said, sugar, take it slow (...)
All we need is just a little..."
Essa é a lição da minha vida, sei disso.
Só pra eu não esquecer, já que eu sempre quero, inconscientemente até, apressar tudo na vida por não ter exatamente...
Paciência
(Lenine / Dudu Falcão)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora, vou na valsa
A vida é tão rara
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara
Tão rara
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não
Será que é tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara
Tão rara
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não...
A vida não pára...
tem coisas que não vale a pena só ler, tem que sentir. Ouça isso.
domingo, 1 de janeiro de 2006
Uma ironia é que com essa loucurada toda que tem acontecido na minha vida desde a entrada no Etapa uma coisa que eu tenho querido muito é usar o Reason, mas nem sempre tenho conseguido. Tenho feito grandes progressos ali, mas ainda nada concreto. Vamos ver se nesse ano minha "nova" empreitada dá resultados. "Nova" entre aspas, porque meu flerte com a música eletrônica apesar de ter aflorado agora já estava em minha alma há algum tempo. Embora minhas raízes rock'n'roll falem mais alto, desta vez estou dando mais espaço para as emoções desse novo desconhecido que é a e-music...
Nossa, isso tá soando tão piegas!
Tá, parei.
sábado, 31 de dezembro de 2005
Resumão fim de ano
Natal
Casa da vó e tia Jô
Mal estar e toda a tristeza
Fim de festa logo no começo
câmera digital salva a festa
meus irmãos mais legais do que são sempre
falas desnecessárias que deixam tudo mais triste
impressões de que eu não deveria estar ali
comida
sono
Praia
Atores principais: Rapha e Nati
Coadjuvantes: Mãe, Tio Nê, Vó Augusta, Rô, Mi, Lê.
1° dia: chegamos às 12h, comida boa num "por quilo" nipo-brasileiro, montar barracas, caminhada por Bertioga, castelos de areia à exaustão relembrando a infância;
2° dia: meu estrogonofe, caminhada de manhã e à tarde, feirinha de coisinhas, muitas felicidades sexo-verbais;
3° dia: niver do merrrrmão (e do Roger! - "muita paz!"), muita comida no nipo-brasileiro again, caminhada e vagabundagem culta;
4° dia: uma puta "caminhada supimpa style" conhecendo a Prainha Branca - o paraíso na terra!!, mensagens confusas no cell, cansaço e volta
balanço: sol na medida certa, caminhadas saudáveis e sorrisos de ter conhecido um lugar maravilhoso
Ano Novo
Que ele seja feliz e repleto de muita paz para todos aqueles leitores assíduos deste blog que se aproxima dos 4 anos de idade... O que, é claro, se resume a 3 pessoas... :D
Feliz Natal a todos... ops.. Feliz Ano Novo!!! (Viva a manguaça!!)
domingo, 25 de dezembro de 2005
Esperei bastante por vê-los ao vivo. Fizeram dois shows em Sampa e fui aos dois. Como é de praxe nos lugares onde eles fazem duas apresentações, no segundo dia eles tocam, além de algumas músicas próprias, um álbum clássico inteiro. Como eles ainda não tinham tocado o álbum mais clássico deles por aqui, eles tocaram o próprio, Metropolis pt. 2: Scenes From a Memory.
Fui com os queridos irmãos Loureiro, responsáveis (junto com o Ivan e o Ícaro) por me proporcionar momentos dos mais divertidos e excitantes do ano (ui!): minha banda.
Mas voltando ao show. O primeiro dia foi estupendo. Quebraram até o show do Rush.
No segundo dia, quebraram o show do primeiro dia. Perdeu quem foi só no primeiro, como a gatinha de Ribeirão Preto para com quem o Renato L. estava cheio de malícia ("When the beauty goes away, the beast comes out and play" - grande frase! :)
Fora isso, nunca se viu três caras se divertindo tanto com uma coisa tão nerd, que é prestar atenção nas músicas. Sim, somos musicochatos.
Agora, nunca se imaginava que eu fosse chorar na Home. Na The spirit carries on era absolutamente compreensível, aliás, bando de marmanjo chorando no show... hehehe...
Mas na Home. Tão pesada! Fica aqui o registro desse momento, tão importante na minha vida, tão gostoso de assistir e cantar:
Home
Shine
Lake of fire
Lines
Take me higher
My mind
drips desire
Confined
and overtired
Living this charade
Is getting me nowhere
I can't shake this charade
The city's cold blood calls me home
Home -
It's what I long for
Back home -
Where I belong
The city - it calls to me
Decadent scenes from my memory
Sorrow - eternity
My demons are coming to drown me
Help -
I'm falling, I'm crawling
I can't keep away from its clutch
Can't have it, this habit
It's calling me back to my home
I remember the first time she came to me
Poured her soul out all night and cried
I remember I was told there's a new love that's born
For each one that has died
I never thought that I
Could carry on with this life
But I can't resist myself
No matter how hard I try
Living their other life
Is getting them nowhere
I'll make her my wife
Her sweet temptation calls me home
Home -
It's what I long for
My home -
Where she belongs
Her ecstasy means so much to me
Even decieving my own blood
Victoria watches and thoughtfully smiles
She's taking me to my home
Help -
He's my brother, but I love her
I can't keep away from her touch
Deception, dishonor
It's calling me back to my home
Her story
It holds the key
Unlocking dreams from my memory
Solving
This mystery
Is everything that is a part of me
Help -
Regression, obsession
I can't keep away from her touch
Leave no doubt,
To find out
It's calling me back to my home
O IDEAL LONGE DO REAL.
Data estelar de hoje: Marte e Saturno em quadratura, Lua quarto crescente de Libra será vazia a partir das 13h53, horário verão de Brasília.
Enquanto isso, aqui na nave Terra nossa humanidade deveria reunir-se com seus semelhantes só quando os ânimos estiverem dispostos a tanto, e não como resultado de obrigações. Não são poucas as pessoas que se deprimem nesta época do ano, pela simples razão de abominar intimamente a obrigação de compartilhar a mesa com quem não sentem afinidade alguma. A comunhão das almas não pode ser forçada, insistir nesse sentido violenta as pessoas, e sem direito ao protesto, pois se o fazem acabam sendo mal vistas no seio da sociedade. Reunir-se e celebrar é assunto subjetivo, e não objetivo, e como hoje será Lua vazia, melhor seria que as reuniões familiares fossem pautadas pela sinceridade. Entretanto, o ideal ainda continua longe do real.
*suspiro*
Nada a dizer.
fonte: quiroga.net
domingo, 11 de dezembro de 2005
Data estelar de hoje: Sol e Plutão em conjunção, Júpiter e Saturno em quadratura, Lua vazia até 11h46, horário verão de Brasília.
Enquanto isso, aqui na nave Terra que nossa humanidade aproveite bem todos os períodos de descanso, não mergulhando num sofá para aceitar passivamente as patranhas que se veiculam na televisão, mas se exercitando na sagrada arte da despreocupação, a despeito do senso do dever, que facilmente se converte em culpa. O panorama é complexo, e essa qualidade só tende a aumentar em tamanho e intensidade, até atingir seu apogeu, no meio do mês de dezembro, mas não deste ano, e sim de 2006. Um ano inteiro tem nossa humanidade para aprender a manobrar com sabedoria essa complexidade feita de ingredientes diversos e paradoxais, e aprender também a encontrar a solução nas pequenas coisas cotidianas, dispensando, para sempre, seu gosto pelas manobras nababescas.
(fonte: www.astrologiareal.com.br)
Resumindo, fodeu.
Eu tinha tanto que escrever... Tudo da mostra e tal. Mas meu trabalho tá sugando minha alma. Chegando a trabalhar 13h no Estafa ("preparando gente que vai dar, certo") Mas seguimos sempre, "sin perder la ternura jamás".
Por hora,
Sempre o mesmo
Se você quiser chorar basta você me ligar
Se você quiser chorar basta você me ligar,
Mas se quiser amar
Sabe bem onde me encontrar.
Chame outro rapaz, não agüento mais te ouvir chorar
Chame outro rapaz, não agüento mais te ouvir chorar
Eu fingi ser o seu doce
Mas você teve que azedar.
Eu vou ser feliz nem que seja o uísque e eu a sós
Eu vou ser feliz nem que seja o uísque e eu a sós
Mas é descer uma dose mais
Que eu vou sentir falta da tua voz
sábado, 5 de novembro de 2005
E tenho que postar as minhas opiniões sobre os filmes vistos na Mostra de Cinema, mas ando numa preguiça.
Assim que terminar a respescagem, que são só 3 dias... :(, publico.
Mas já adianto que quebrei o recorde do ano passado..... e o da amiga-crítica-jornalista-colaboradora-ombroamigo-louquinha-de-plantão-mas-mais-que-tudo-amiga Raphaela X.
Um dia ainda quebramos esse recorde juntos! ;D
Rock it!
Na dúvida fiz duas vezes. E só mudei uma resposta de lugar.
Industrial rock! Just like Marilyn Manson, you
know what you have to say and you just say it!
I like you very much...just be careful you
don't scare me away...
What genre of rock are you?
brought to you by Quizilla
Alternative rock! You're the very interesting side
of rock... You sometimes reach the masses,
like Placebo, but mostly you're underground and
stay true to your musical roots... Just keep
what you're doing and churn out that good
stuff!
What genre of rock are you?
brought to you by Quizilla
Prefiro a atitude do primeiro, mas as músicas do segundo...
É, esse sou eu mesmo.
:)
segunda-feira, 24 de outubro de 2005
Mostra 2005
Começa a maratona! Correria nas ruas, montagem da programação, conflitos de horário, sono atrasado, torcer para não ter atrasos para não correr o risco de perder o último ônibus pra casa, remorso por abdicar da vida acadêmica e social; mas tudo isso em troca de filmes de qualidade (ou nem sempre) que fazem mais do que simplesmente fazer rir ou chorar e de uma platéia tão ávida e conhecedora como você, de assistir filmes tão à vontade como se tivesse na sua sala (ou nem sempre).
A Mostra, como sempre, está recheada de nomes internacionais e nacionais, é quase impossível passar um dia sem avistar alguma personalidade, óbvio, ligada ao cinema.
De minha parte, resolvi (ou resolveram por mim, já que, quando cheguei, a credencial de 20 já tinha se esgotado – infeliz surpresa) apostar na quebra do recorde anterior (35 filmes em 3 semanas). Claro que isso requer uma maior dedicação ainda a esta paixão antiga.
Personalidades, espectadores, organizadores, números, filas, nomes, nomes, nomes, línguas estranhas, salas e salas, legendagem, poltronas, cabeças, conversas com desconhecidos, amigos de ocasião..... Ah, o cinema!
sábado, 22 de outubro de 2005
Pausa
Preciso de uma pausa.
Pausa dos ruídos
Pausa com o rigor
Pausa com o rumor
Pausa com o remédio
Pausa com o refúgio
Pausa com o error
Pausa com a ressalva
Pausa com o horror
Pausa das ruminações de reminiscências
Pausa com a revolta
Pausa com a rejeição
Pausa destes rumos tortos
Pausa com a reiteração
Só não preciso de pausa com a razão
Ou com o respeito
Pausa não é fim
E só reavaliação de quem não sabe nem o próprio nome.
"Where is your star? /Is it far, is it far... far?"
     Era uma vez uma banda de rock em que eu entrei. Nos divertimos, éramos amigos. A exigência por profissionalismo sempre foi grande e procurávamos suprí-la como e quando podíamos. Ensaiávamos, fizemos shows. Salvo uns bêbados e suas cervejas, as pessoas gostavam, elogiavam. Caí nesse meio, adorando.
     A esse tempo as coisas começaram a ficar quentes entre nós. Isso pelo atrito. Os destinatários perdiam-se entre os sujeitos, que viam diferentes objet(iv)os e não o destinador. Foi uma quebra na comunicação, comunicação esta que mais atrapalhava que ajudava, ao contrário da teoria. Ainda assim queríamos ouvir nosso som, queríamos ser ouvidos. Gravamos um cd, talvez o maior demo de todos.
     Por aí nossa mídia interna andava ruim. Novos desentendimentos que, com projetos diversos, chegaram ao choque. Feridas a fogo em corações harmônicos mostraram as dissonâncias. Sangram e ardem sem nunca curar a si mesmos, inevitáveis.
     Uns se foram, entristecidos; outros ficaram irredutíveis; há ainda quem não quis nada, só sonhando com seu objeto sempre distante nunca tão perto. E pensar que o problema todo veio não de um telefone, mas de um muro, que acordou a todos do mundo pink em que vivíamos.
     E como acontece freqüentemente quando muitos se reúnem com o mesmo propósito:
     – Todos somos eu?
     – Não. Eu sou vários.
     Era uma vez uma banda de rock...
terça-feira, 2 de agosto de 2005
Diretamente, de outubro de 2004...
Finalmente, depois de quase um ano, fiz a lista (com as notas ao lado) de tudo que vi na 28ª Mostra BR de Cinema de São Paulo:
Mal dos Trópicos (0,2)
Los Muertos (0,5)
Exílios (1,2)
Diário de Campanha (1,8)
Herança (1,9)
Vácuo (2,3)
Zatoichi (2,8)
Gemini (2,9)
Visões da Europa (3,2)
Questão de Imagem (3,3)
La Niña Santa (3,3)
Dez (3,4)
O Filho da Prostituta (3,4)
A Batalha de Argel (3,5)
5 x 2 (3,5)
Quase Dois Irmãos (3,5)
Família Rodante (3,6)
Música Cubana (3,7)
Steamboy (3,7)
Bem Vindo a São Paulo (3,7)
Or (3,7)
Confidências Muito Íntimas (3,8)
Não Se Mova (4,0)
Buenos Aires 100km (4,0)
A Prostitura e a Baleia (4,2)
Crimes em Wonderland (4,3)
Terra Prometida (4,3)
Old Boy (4,3)
A Vida É Um Milagre (4,4)
Kedma (4,4)
O Efeito Ketchup (4,5)
Os Sonhadores (4,7)
Casa Vazia (4,8)
Os Educadores (4,8)
Machuca (5,0)
Ufa, trinta e quatro filmes naquelas duas semanas e mais um na semana de repescagem.
Queria tanto conseguir bater esse número esse ano, mas com tanta coisa pra fazer nesse segundo semestre já to achando meio difícil... snifs... Mas até lá tem chão e veremos!
O importante é não perder o espírito da Mostra! :)
segunda-feira, 1 de agosto de 2005
Anima Mundi 2005
No Anima Mundi deste ano, realizado no Memorial da América Latina (local de trabalho da amiga Larilari), assisti a 10 sessões de curtas, sendo que pela primeira vez vi a premiação.
Quase sempre acompanhado da Nati, assisti a quase 100 curtas de todos os países. Não vou comentar um por um, mas os melhores foram:
Ouar Lordz – FRA – Jean-Paul Suau
Piñata – AUS – Mike Hollands
A Buck’s Worth – EUA – Tatia Rosenthal
Badgered – UK – Sharon Colman
Gopher Broke – EUA – Jeff Fowler / Blur Studios
La Revolution des Crabes – FRA – Arthur de Pins
La Migration Bigoudenn – FRA – Alexandre Hebovan, Fafah Togora e Eric Castaing
The Fan and the Flower – EUA - Bill Plympton
Retropolis – FRA – Olivier Brugnoli, Olivier Joignant, Sabrina Miramon e Agnès Rama
The Pope’s Visit – IRL – Gary Blatchford
Raging Blues – FRA – Vincent Paronnaud e Lyonnel Mathiew
Dentist – EUA – Signe Baumane
Repose En Paix – FRA – Bruno Collet
Workin’ Progress – FRA – Gabriel Garcia, Benjamin Fligans, Geordie Vandendaele e Benjamin Flinois
Abba to Zappa – UK – Smith & Foulkes
Learn Self Defense – EUA – Chris Harding
Handshake – EUA – Patrick Smith
Agricultural Report – IRL – Melina Sydney Padua
In The Rough – EUA – Paul Taylor e Blur Studio
Command Z – EUA – Candy Kugel e Vincent Cafarelli
Note a predominância de curtas americanos e franceses. O que mais me surpreendeu foi, acho, o inglês Abba to Zappa, que concorria (e ganhou) na categoria Melhor Portfólio. Difícil de acreditar que o filme que mais tenha me marcado foi uma propaganda; no caso, um comercial de estação de rádio.
Este ano me dei a perceber que os estilos dos desenhos de acordos com seus países: os franceses costumam ser bastante críticos e depressivos; os americanos são os mais inteligentes; os irlandeses, os escrachados, bem crítica ao cotidiano; e os brasileiros e australianos, são engraçados e bem produzidos.
A premiação é boa porque a gente assiste a uma sessão que você sabe que não vai ser ruim, principalmente porque a votação principal é a do público. Pela primeira vez houve prêmio para o responsável por uma animação nas oficinas do evento. Ano que vem vou pensar em algo pra participar... hehehe
Em geral, gostei mais do Anima Mundi deste ano do que dos últimos dois. Agora, a vinheta desse ano... foi horrorosa. Espero que a da Mostra BR de Cinema seja melhor, viu?
quinta-feira, 28 de julho de 2005
Duas Amigas
Duas amigas encontram-se depois de mortas e uma pergunta para a outra:
- Como você morreu?
- Congelada.
- Ai que horror!!! Deve ter sido horrível! Como é morrer congelada?
- No começo é muito ruim: primeiro são os arrepios, depois as dores
nos dedos das mãos e dos pés, tudo congelando...
Aí veio um sono muito forte e depois perdi a consciência.
E você, como morreu ?
- Eu ? De ataque cardíaco. Eu estava desconfiada que meu marido me
traía.
Um dia cheguei em casa mais cedo.Corri até ao quarto e ele estava na
cama,calmamente assistindo televisão. Desconfiada, corro até o porão,
para ver se encontrava alguma mulher escondida, mas não encontrei
ninguém. Corri até o segundo andar, mas também não vi ninguém.
Subi até o sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um ataque
cardíaco e caí morta.
- Oh, que pena... Se você tivesse procurado no freezer, nós duas
estaríamos vivas...
quinta-feira, 21 de julho de 2005
quarta-feira, 20 de julho de 2005
Lembra do tempo em que as pessoas dos blogs faziam testes e publicavam, e depois todos que liam aquele blog entravam no site, faziam e colavam no seu próprio blog?
Eram bons tempos.
Here is the result of your Bryan's Purity Test Purity Test.
You answered "yes" to 92 of 175 questions, making you 47.4% socially pure (52.6% socially corrupt); that is, you are 47.4% pure in the social domain.
http://www.geocities.com/bourbonstreet/bayou/8433/testedepureza
segunda-feira, 27 de junho de 2005

"Afinal, quem nunca quis ver um filme pornô muito bem filmado com uma trilha sonora incrível?"
(Cineclick)
terça-feira, 21 de junho de 2005
OK Computer, da banda britânica Radiohead, foi eleito o melhor disco dos últimos 20 anos pela revista americana especializada em música Spin.
Um painel de especialistas escolheu o disco, de 1997, porque ele "previu de forma fantástica nossa cultura global de agonia comunitária", como declara o editorial da revista, que comemora 20 anos.
Mais de um quarto dos 100 melhores discos escolhidos são de artistas de hip hop, apesar da revista ter no rock o seu foco principal.
Entre os primeiros colocados, It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back, do Public Enemy (2º lugar), Nevermind, do Nirvana (3º), The Queen is Dead, dos Smiths (5º) e Sign O' The Times, de Prince, na 8ª posição.
A editora-chefe da revista, Sia Michel, disse ter escolhido discos de 1985 para cá porque as obras das últimas décadas foram marcadas por "brilhantismo, inovação e relevância que sobreviverão aos tempos".
(Tadinha dela... Tudo bem, o OK Computer é genial, agora... não teve brilhantismo nos anos 70??? E no começo dos 80??? E nos 60????????)
O disco é "narrado" por um robô angustiado e baseado na obra de ficção científica O Mochileiro das Galáxias.
Que???????????????????
(fonte: UOL Música, pra variar...)
quarta-feira, 8 de junho de 2005
      Dedicação é a capacidade de se entregar à realização de um objetivo. Não conheço ninguém que tenha progredido na carreira sem trabalhar pelo
menos doze horas por dia nos primeiros anos. Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho sem sacrificar sábados e domingos pelo menos uma centena de vezes.
      Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá de se dedicar a isto, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo. Se quiser um casamento gratificante, terá de investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.
      O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para conseguir um resultado diferente da maioria, você tem de ser especial. Se fizer igual a todo mundo obterá os mesmos resultados. Não se compare à maioria, pois, infelizmente, ela não é o modelo de sucesso.
      A realização de um sonho depende da dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica. Mas toda mágica é ilusão. E ilusão não tira ninguém do lugar onde está.
Recebi por e-mail. É só um lembrete. Pra mim mesmo, às vezes.
Anyway, I think I'm back again.