terça-feira, 2 de agosto de 2005

Diretamente, de outubro de 2004...

Finalmente, depois de quase um ano, fiz a lista (com as notas ao lado) de tudo que vi na 28ª Mostra BR de Cinema de São Paulo:


Mal dos Trópicos (0,2)
Los Muertos (0,5)


Exílios (1,2)
Diário de Campanha (1,8)
Herança (1,9)


Vácuo (2,3)
Zatoichi (2,8)
Gemini (2,9)


Visões da Europa (3,2)
Questão de Imagem (3,3)
La Niña Santa (3,3)
Dez (3,4)
O Filho da Prostituta (3,4)
A Batalha de Argel (3,5)
5 x 2 (3,5)
Quase Dois Irmãos (3,5)
Família Rodante (3,6)
Música Cubana (3,7)
Steamboy (3,7)
Bem Vindo a São Paulo (3,7)
Or (3,7)
Confidências Muito Íntimas (3,8)


Não Se Mova (4,0)
Buenos Aires 100km (4,0)
A Prostitura e a Baleia (4,2)
Crimes em Wonderland (4,3)
Terra Prometida (4,3)
Old Boy (4,3)
A Vida É Um Milagre (4,4)
Kedma (4,4)
O Efeito Ketchup (4,5)
Os Sonhadores (4,7)
Casa Vazia (4,8)
Os Educadores (4,8)


Machuca (5,0)

Ufa, trinta e quatro filmes naquelas duas semanas e mais um na semana de repescagem.

Queria tanto conseguir bater esse número esse ano, mas com tanta coisa pra fazer nesse segundo semestre já to achando meio difícil... snifs... Mas até lá tem chão e veremos!

O importante é não perder o espírito da Mostra! :)

segunda-feira, 1 de agosto de 2005

Anima Mundi 2005

No Anima Mundi deste ano, realizado no Memorial da América Latina (local de trabalho da amiga Larilari), assisti a 10 sessões de curtas, sendo que pela primeira vez vi a premiação.

Quase sempre acompanhado da Nati, assisti a quase 100 curtas de todos os países. Não vou comentar um por um, mas os melhores foram:

Ouar Lordz – FRA – Jean-Paul Suau
Piñata – AUS – Mike Hollands
A Buck’s Worth – EUA – Tatia Rosenthal
Badgered – UK – Sharon Colman
Gopher Broke – EUA – Jeff Fowler / Blur Studios
La Revolution des Crabes – FRA – Arthur de Pins
La Migration Bigoudenn – FRA – Alexandre Hebovan, Fafah Togora e Eric Castaing
The Fan and the Flower – EUA - Bill Plympton
Retropolis – FRA – Olivier Brugnoli, Olivier Joignant, Sabrina Miramon e Agnès Rama
The Pope’s Visit – IRL – Gary Blatchford
Raging Blues – FRA – Vincent Paronnaud e Lyonnel Mathiew
Dentist – EUA – Signe Baumane
Repose En Paix – FRA – Bruno Collet
Workin’ Progress – FRA – Gabriel Garcia, Benjamin Fligans, Geordie Vandendaele e Benjamin Flinois
Abba to Zappa – UK – Smith & Foulkes
Learn Self Defense – EUA – Chris Harding
Handshake – EUA – Patrick Smith
Agricultural Report – IRL – Melina Sydney Padua
In The Rough – EUA – Paul Taylor e Blur Studio
Command Z – EUA – Candy Kugel e Vincent Cafarelli

Note a predominância de curtas americanos e franceses. O que mais me surpreendeu foi, acho, o inglês Abba to Zappa, que concorria (e ganhou) na categoria Melhor Portfólio. Difícil de acreditar que o filme que mais tenha me marcado foi uma propaganda; no caso, um comercial de estação de rádio.

Este ano me dei a perceber que os estilos dos desenhos de acordos com seus países: os franceses costumam ser bastante críticos e depressivos; os americanos são os mais inteligentes; os irlandeses, os escrachados, bem crítica ao cotidiano; e os brasileiros e australianos, são engraçados e bem produzidos.

A premiação é boa porque a gente assiste a uma sessão que você sabe que não vai ser ruim, principalmente porque a votação principal é a do público. Pela primeira vez houve prêmio para o responsável por uma animação nas oficinas do evento. Ano que vem vou pensar em algo pra participar... hehehe

Em geral, gostei mais do Anima Mundi deste ano do que dos últimos dois. Agora, a vinheta desse ano... foi horrorosa. Espero que a da Mostra BR de Cinema seja melhor, viu?