Great Expectations, Hard Times
4 junho 2006
Uma vez que surjam as circunstâncias difíceis com que você terá de lidar, conduza a situação toda sob o comando de sua força de vontade, sem temer o pior, mas guiando-se pela certeza de a vida continuar valendo a pena.
fonte: quiroga.net
domingo, 4 de junho de 2006
No eixo
Às vezes eu queria morar no Rio de Janeiro. Só às vezes...
Como às vezes queria que um certo alguém morasse aqui em Sampa.
Porque, de boa, conversar aos pedaços é ruim à vera!
:P
"Ando tão à flor da pele
Que meu desejo se confunde com a vontade de não ser"
Depois de uma certa canseira com a banda, um pouco de alívio no trabalho, duas doses de álcool regando uma comida gordurosa (Homer!) e uma IMENSA carga de desgaste psicológico, ao chegar em casa - depois de agüentar um frio de rachar pra vir de pé num Term. Jd. Angela lotado, em que algum bêbado vomitou no chão do ônibus - resolvi pôr a mocinha da Islândia pra rodar enquanto colava minhas figurinhas do álbum da Copa.......
Fazia tempo que eu não desejava voltar à infância...
Precisava disso...
Ou como diz um anúncio numa lojinha de pipas aqui perto de casa: "Porque as coisas mais simples são as que faz mais falta."
quinta-feira, 1 de junho de 2006
sábado, 27 de maio de 2006
segunda-feira, 15 de maio de 2006
SKOL BEATS 2006
De um lado eu, Luh, Dri, Carol (vulgo Madonna), Chico e mais 59 495 amigos; de outro:
Patife & Bocato (drum 'n' jazz)
Marky (d'n'b)
Rica Amaral (psyt)
LCD Soundsystem (?!)
Prodigy (!!)
Plump DJs (electro+breakbeat)
Astrix (MEU DEUS!!)
Mau Mau & Anderson Noise (batalha via e-music -> o primeiro arregaçou tudo)
Chegamos às 21h.
Tensão ao entrar tentando não sentir o amargor de ser barrado pelos pirulitos da galera. Passamos e os doces fizeram a noite. Recomendo: guaraná + açaí, da Arcor. ;P
Curtir muito gostoso um Patife ao jazz; ouvir o Marky de fora da tenda - pq não dava pra entrar - e encontrar a Yara (com tanta gente, como assim??); descobrir que o Rica é legal; ouvir o LCD comendo um péssimo Black Dog (como assim? pois é!); curtir o Prodigy deitado num canto (evitando o empurra-empurra); perder o Cansei de Ser Sexy+Patife para descansar; o electro do Plump DJs esquentou meu frio das 4h enquanto o povo dormia; se deliciar com amigos a saborear a doçura do nascer do sol ao som do psy de Astrix, o melhor da noite; e já de dia no back-to-back, o Mau Mau mostrou por que devia fechar a festa.
Saímos às 10h.
Resumo: F-O-D-A
Ano que vem não serei mais bixo.
sexta-feira, 12 de maio de 2006
Where is my mind?
Saía de casa como sempre, pensando nos meus trabalhos da faculdade, no "Mercador de Veneza" que eu precisava terminar de ler, no ônibus cheio que iria pegar, na falta de ouvir música em que me encontro atualmente, na desculpa de não ouvir música para poder ler mas no final das contas não conseguir ler por causa do ônibus lotado que eu sempre pego de manhã... Saí, no meio de todos esses pensamentos cantando mentalmente uma música qualquer, nesse dia foi "and if they don't believe us now, will they ever, will they ever believe us?", trecho dos Smiths. Enfim, uma manhã como qualquer outra.
Entro no ônibus e é a plenitude de sempre do ônibus repleto. Sentado, no assento ao lado da catraca, sem ninguém a sua frente estava um rapaz com mais ou menos a minha idade, mais bonito que eu e mais estiloso também.
A surpresa: ele estava lendo "Mercador de Veneza", a mesma edição que eu possuo. Coincidência? Claro. Sempre. Porque algumas até me perseguem.
Por curiosidade, achei a camiseta interessante, chamativa, preta com uns escritos em laranja, umas palavras escritas ao contrário. Resolvi ler... E o choque. O mundo parou. O ônibus parou violentamente. Todas as pessoas sumiram, todos os pensamentos, todos os sentidos. Estávamos eu e ele. Ele, blasé, lia. Eu choquei-me com o que lia nele. Na camiseta estava escrito: "And if they don't believe us now, will they ever believe us?"
Os batimentos descompassaram. Transipirei por meio segundo. E o ônibus voltou a andar com a minha cabeça estacionada em uma palavra, um único significado: coincidência?
As pessoas não acreditam quando eu conto.
Eu não acredito quando eu conto.
Eu não acredito em mim.
Eu, Tyler Durden?
domingo, 7 de maio de 2006
The Luckiest Man Alive ?
Tequilada da Poli.
A full of fun
awesome
wholesome
fucking
night.
LRDC+MI
tequilamúsicajurupinga e sombreros
A dança! E o gelo!
Deus abençoe o gelo!
Chill out voltando pra casa
E a separação.
No dia seguinte, um "eu juro que tentei..." insuficiente; mas tanto faz (fora o inve-úme) que a festa já não era minha. And I try to convince myself that if I bend to this maybe later Nature relieve my grieve by gifting me, instead of just breaking me/us.
Baby, escute o galo cantar
A aurora dos nossos tempos
Não é hora de chorar,
amanheceu o pensamento.
Justo eu que não gostava tanto dessa música por não entender a letra...
Beatles Lado D
Imagine músicas das mais variadas dos Fab 4 em suas versõs originais tocadas enquanto um grupo de dança faz sua performance ora "interpretando" a letra, ora improvisando. Imaginou? Esse é o espetáculo de dança que ficou na cidade por um mês a módicos R$10 (É por isso que eu amo morar num pólo cultural!)
Antes de abrirem as cortinas, uma cabeça de palhaço dublando um anúncio de circo. Era o anúncio do espetáculo que se abria. Como palhaços, 18 dançarinos faziam verdadeiros malabarismos com o único objeto fixo: um grupo de andaimes ao fundo do palco. Era For The Benefit of Mr. Kite (que eu AMO!!).
Inesquecíveis: Lady Madonna que a cada repetição do refrão um casal era adicionado à mesma coreografia; Twist and Shout, em que se encena um garoto se aproximando de uma garota tentando conquistá-la (hilário!); e o encerramento, quando eles fazem uma espécie de "créditos finais", lembrando, entre um e outro fade da luz, cada uma das coreografias de cada música que tocou no espetáculo, parados como se fosse um frame congelado daquela coreografia ao som da nostálgica Free as a Bird.
GE-NI-AL!
quarta-feira, 26 de abril de 2006
Por que eles?
Porque de uma forma ou de outra eu morei na terra deles.
Porque eles são simplesmente demais e eu os conheci.
Porque eles falam tudo de mim da forma mais fácil de se dizer.
Porque eles têm um álbum chamado Se sexo é o que importa, só o rock é sobre amor.
Porque eles são a melhor banda de rock-divertido-fofinho que pode haver.
Porque eles fazem entender e apreciar uma mensagem de saudades de 2.500 km de distância (só de ida).
Porque só eles compreendem o vaivém de sensações de quando se junta a menina que você quer com a menina que você queria no passado num mesmo recinto por sua causa.
E principalmente porque ainda não Inventaram um jeito de eu ouvir essa música sem chorar...
Mesmo que mude
(Carlinhos Carneiro / Rodrigo Pilla)
Ela vai mudar,
Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou
Vai ficar feliz de ver que ele também mudou
Pelo jeito não descarta uma nova paixão
Mas espera que ele ligue a qualquer hora
Só pra conversar
E perguntar se é tarde pra ligar
Dizer que pensou nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que passou
Ele vai mudar,
Escolher um jeito novo de dizer “alô”
Vai ter medo de que um dia ela vá mudar
Que aprenda a esquecer sua velha paixão
Mas evita ir até o telefone
Para conversar
Pois é muito tarde pra ligar
Tem pensado nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que é amor
Para conversar
Nunca é muito tarde pra ligar
Ele pensa nela
Ela tem saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ela aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
segunda-feira, 24 de abril de 2006
Escrevi esse texto há uma semana mais ou menos, mas como anda difícil ficar próximo a um pc não ando publicando o que escrevo. Aos poucos vou pondo coisas em dia.
A Hard Day's Night
Final de semana de comemorações.
Na quinta fiquei sabendo que passei na prova para promoção no trabalho. Quinta à noite, pizzada na nova morada do Rubão com muitas bebidas (uma Jurupinga deliciosa!) e horas de sono poucas.
Na sexta de manhã, com meia ressaca e total sonolência (depois de dormir só 3 horas), no mesmo dia, entrevista com o responsável pelo meu possível cargo. Resultado: I'm in! Ou seja, muito mais trabalho com muito mais correria, horários todos trocados e inversão da vida (a facul agora vai para a manhã) para abandonar o dia a dia de todo dia que era a correção de provas.
Depois da entrevista, almoço com as meninas mais queridas de lá (Thaís, Vivi e Luh) e hora de contar da admissão celebrando. Casa e DORMIR A TARDE TODA (eu bem que estava precisando). Sexta de pizza em casa e contar para a família.
Sábado de tradições (logo a serem perdidas): Coral e EM&T. De lá, reviver a época da Mostra BR de Cinema com a correria habitual para os filmes da Mostra Sesc de Melhores Filmes de 2005. Apenas um beijo, do Ken Loach (bonito e fluido) e mais tarde Que eu fiz para merecer isso? (escrachado e acidamente crítico à família), que apesar de não ser de 2005 é meio raro e é do Almodóvar. Isso tudo não sem antes um Bob's acompanhado da Luanah e atendidos pela Luana. De lá, andar e revisitar o Milo Garage. Party night, mas antes discussões fílmicas no... Pedaço da Pizza.
Domingueira de delícias: dormir muito, almoço no Bovinus Grill e, de última hora, Beatles Lado D (que me proporcionou um flashback de várias situações da minha vida). Mas o espetáculo requeriria um post à parte. E, sim, amiga Rapha, lembrei de você em muitos momentos. :)
domingo, 12 de março de 2006
nivers dos Santos
Aos santos devo agradecer. Pela paciência e pela vontade. E pedir mais. Sempre mais. Especialmente pedir satisfação. Descobri que nunca estou satisfeito com nada. Preciso me tratar.
:/
O weekend começou na FestECA. Na verdade não. Começou na quinta à tarde, na aula de História Moderna, optativa que acertei a mão. Ou melhor, acertaram por mim. :)
Mas o importante começou na FestECA, sexta. Muitas pessoas conhecidas, muitos riscos. Não mostrar o verdadeiro "eu" é divertido, mas requer paciência. E esta anda brincando com a sorte, ou com a "destreza de fazer tudo dar certo" - outro nome da sorte. Chegar em casa pela manhã, sem carona, sem depender de ninguém. Duas danças sem dançar: (1) corpo, (2) mente. Uma noite feliz. Muito feliz!
Dia seguinte, niver de alguém do passado. House Lounge, não a minha balada, mas divertido. Acerto de passado, a história completa. E a resolução descendo amarga na garganta, feito um Mojito mal feito. Um primo distante em primeiro grau, maldito por ter o co-piloto perfeito no banco de trás. Ser o acompanhante sem rótulo rotulado pernoitando na casa das mulheres agregadas. Fazer sorrir e ir dormir.
Domingo, Joakin's pelo niver da Bah. Não sem antes uma pitada de pimenta de relação. Desgaste. Felicidade gastronômica no fast-food português regado a fotos e milk-shakes. Saraiva, a mesma daquela vez. Os astros, os mesmos daquela vez. Tudo diferente desta vez. O mundo gira e talvez passe por aqui. Os astros nos traíram dessa vez. Qualquer encaixe sempre deixa rebarbas e alguns desbastam até não bastar mais. Sempre sou eu. Sempre o insatisfeito. I need help. Professional help.
Vejo demais, sempre. SEMPRE SEMPRE SEMPRE SEMPRE SEMPRE SEMPRE SEMPRE SEMPRE SEMPRE SEMPRE.
Nada é eterno. Por que só há "sempres"?
E a lição da vez...
O garçom que me serviu no Joakin's lado a lado comigo no ônibus, na volta pra casa. O sorriso de reconhecimento. Ele se passando por gentleman, eu me passando por noblesman, pra sermos no fim iguaizinhos.
Deus sempre quer dizer coisas. Dessa vez, pelo menos dessa vez, eu peguei: aquele que te serve é o mesmo que você, anda com você no mesmo ônibus. Não se sinta dono só porque alguém busca te agradar.
Satisfação
(Lulu Santos)
Sei que não mereço
Todo o teu apreço
Sou irresponsável
Me chame assim mesmo
Sei que é bem verdade
Tudo de que me acusares
Já que estou em tuas mãos
Faz como entenderes
As canções mais tolas
Tendo os seus defeitos
Sabem diagnosticar
O que vai no peito
Pego o telefone
Ligo a televisão
Abro a geladeira
Mas não tem satisfação
E eu não vou me dar
Ao luxo de te perder
Eu me recuso a admitir
Que amar é sofrer
quinta-feira, 2 de março de 2006
E quando vc menos espera, fechando a janela, te vem uma coisa singela, que diz sem que se entenda o que se quer dela.
Como se tivesse sempre esperando a sua função, escrita pra você em forma de poema, uma canção. E a melodia não, ela passa a não ser como antes era.
Você é que é o pão dela.
"com seus discos e seus livros, seu cansaço"
"Eu sou um pássaro
Me trancam na gaiola
E esperam que eu cante como antes"
Talvez eu só precise dormir e lembrar que "tenho tudo que sempre quis, só não aprendi a perder"
É, elas falam por mim.
Por isso que as amo.
Minhas amigas...
Algo a dizer
Não sei se aqui é o lugar de escrever isso... mas lembro de como antigamente meu blog era pessoal e eu mesmo gostava mais dele. Talvez seja necessária uma mudança de ares mesmo. As músicas falam por mim. Mas não só elas. Sempre falta algo mais. Se a música é o retrato da vida, a minha vida consegue não se restringir à música, precisa compor suas próprias notas......
- que monte de bobagem! -
"Todo mundo sabe, ninguém quer mais saber"
Tinha um monte de coisas a dizer pras pessoas, mas não posso. Tenho que ser político. Se eu dissesse seria como um vômito, um parto do avesso. E não traria frutos a ninguém.
( E esses caras não param de querer asfaltar a minha rua. Programa de Recapeamento Asfáltico. Meu tênis preferido pra andar ficou com piche. Obrigado, senhor prefeito. Venha sempre nos ajudar quando mais precisamos! )
O meu trunfo é que essa geração pútrida não vai durar muito. Vou assistir todos eles morrendo, um por um. Não vou rir, não vou chorar, sem lamentos nem comemorações. Só nada. Ou o inverso do amor.
"Lavenders blue, dilly dilly, lavenders green
When I am King, dilly dilly, you will be Queen
A penny for your thoughts my dear
A penny for your thoughts my dear
I.O.U. for your love, I.O.U. for your love"
O pai, o filho. A sinceridade que se perdeu com o tempo, com a geração. Aquele que não gostava, deixava à mostra, revelava o desgosto. Agora não. Finge-se ser amigo, companheiro, quando se quer na verdade distância. Afasta.
"Afinal, amar ao próximo é tão demodê..."
Eu não quero nada. Não com vocês. Mas infelizmente vocês me afetam. Não posso mudar isso. E se não posso não tento. Pelo menos evito me envolver. Covardia? Não. Evita desgastes. Evita (maiores) rancores. Nada de choro e ranger de dentes, essas coisas proféticas, bíblicas. Só a verdade, o gozo, o humano, a falta de senso. Olho por olho, dente por dente. É assim? Eu também. Por isso eu quero distância. Porque sou nocivo. Sei o quanto. Não, não é ameaça. É a noção de saber o quanto. E mais, o quanto isso desgasta os envolvidos.
"Se eu for ligar pro que é que vão falar não faço nada"
Desde a arrumação, minha vida parece bagunça. Não que esteja, só parece e parece que não consigo arrumar. Ou não entendo a nova ordem. Alguém mudou as pastas de lugar.
"There's definitely definitely definitely no logic"
Muitos exercícios mentais. Mas se teoria fosse bom, a prática seria teórica. E a filosofia não existiria. É isso! Preciso de uma filosofia de vida. Mas isso seria teorizar a prática. E muito provavelmente "incorrer em erro".
E penso em "Chega!". Não é isso. Não quero que termine. Quero paz. Só paz. Me deixa em paz! Nos deixe em paz. Eu e todos esses que vivem dentro de mim. Porque importunar não vai te levar a PORRA NENHUMA!! Não se meta!
SHUT THE FUCK UP
OR SHOVE IT!
Ao som mental de:
LEGIÃO URBANA - BAADER-MEINHOF BLUES
CAPITAL INICIAL - O MUNDO
BJÖRK - HUMAN BEHAVIOR
MARILLION - LAVENDER
domingo, 12 de fevereiro de 2006
Os Mano na Z/L
Ontem fomos comemorar o aniversário do Ivan, baixista da minha banda, no Kazebre Rock Bar, no show do Los Hermanos e foi uma merda. Não o show, dançante e emotivo. Ótimo mesmo sob chuva intensa. O lugar é que não comportava a quantidade de gente. Não cabemos no estacionamento e deixamos o carro pra fora numa mesma fila onde estavam muitos outros carros.
Depois do show voltamos ao carro, que estava com a porta dobrada, arrombada. Toda a fileira de carros estava igual. Do carro da minhã mãe quebraram o rádio e levaram o estepe. Do carro da minha carona, Rubens, o guitarrista da banda, levaram a minha mochila toda, que tinha de mais importante meu CPF, minha carteira de motorista e meu celular, entre muitas outras coisas.
Apesar dos pesares, foi uma boa noite. Alegre mas preocupante.
Agora é correr atrás das coisas que podem me criar problemas, como dois livros da biblioteca e meus cartões de crédito.
Interessante que roubaram a mochila toda! Quanta coisa inútil e tão pouco dinheiro (menos de 20 reais)...
É... Nada a dizer. Sem culpados a não ser a própria situação.
domingo, 5 de fevereiro de 2006
domingo, 22 de janeiro de 2006
Exercite seu músculo musical
E aproveitando o clima nostálgico...
Alguém já viu isso?
É um concurso da gravadora Virgin, nos EUA, que premia quem conseguir acertar as mais de 70 referências musicais na figura!
Divirtam-se!!
domingo, 15 de janeiro de 2006
Metade
Porque ela é gaúcha e carioca.
Porque ela é mulher.
Porque ela me entende.
Porque ela não gosta.
Porque há uma metade de mim que canta.
Eu perco o chão, eu não acho as palavras
Eu ando tão triste, eu ando pela sala
Eu perco a hora, chego no fim
Eu deixo a porta aberta
Eu não moro mais em mim
Eu perco a chave de casa, eu perco o freio
Estou em milhares de cacos
Eu estou ao meio
Onde será que você está agora?
Eu perco o chão, eu não acho as palavras
Eu ando tão triste, eu ando pela sala
Eu perco a hora, chego no fim
Eu deixo a porta aberta
Eu não moro mais em mim
Eu perco a chave de casa, eu perco o freio
Estou em milhares de cacos
Eu estou ao meio
Onde será que você está agora?
Porque o mundo é feito de metades.
terça-feira, 3 de janeiro de 2006
| R | Realistic |
| A | Astonishing |
| P | Patriotic |
| H | Hardworking |
| A | Accurate |
| E | Emotional |
| L | Luxurious |
Name Acronym Generator
From Go-Quiz.com
Pictures at an exhibition
Mencionei que agora tenho um kinda fotolog? Na verdade é um álbum de fotos.
http://www.flickr.com/photos/27148645@N00/sets/
Taí. Divertiiiiido!
:)
"Said, sugar, take it slow (...)
All we need is just a little..."
Essa é a lição da minha vida, sei disso.
Só pra eu não esquecer, já que eu sempre quero, inconscientemente até, apressar tudo na vida por não ter exatamente...
Paciência
(Lenine / Dudu Falcão)
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não pára
Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso, faço hora, vou na valsa
A vida é tão rara
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara
Tão rara
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não
Será que é tempo que me falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara
Tão rara
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não...
A vida não pára...
tem coisas que não vale a pena só ler, tem que sentir. Ouça isso.
domingo, 1 de janeiro de 2006
Uma ironia é que com essa loucurada toda que tem acontecido na minha vida desde a entrada no Etapa uma coisa que eu tenho querido muito é usar o Reason, mas nem sempre tenho conseguido. Tenho feito grandes progressos ali, mas ainda nada concreto. Vamos ver se nesse ano minha "nova" empreitada dá resultados. "Nova" entre aspas, porque meu flerte com a música eletrônica apesar de ter aflorado agora já estava em minha alma há algum tempo. Embora minhas raízes rock'n'roll falem mais alto, desta vez estou dando mais espaço para as emoções desse novo desconhecido que é a e-music...
Nossa, isso tá soando tão piegas!
Tá, parei.