segunda-feira, 17 de março de 2003

MusicoNews

Marina Lima grava seu Acústico MTV nos dias 21 e 22 de março, em São Paulo. No repertório, a cantora três composições inéditas e vários hits. Martinho da Vila, Fernanda Porto e Alvin L. (grande responsável pelo sucesso recente do Capital Inicial) serão os convidados especiais. O disco sai em maio pela EMI.

fonte: Usina do som
A melhor banda de todos os tempos do último século

A rádio 6 Music, de domínio da broadcast inglesa BBC, organizou entre seus ouvintes uma votação para a eleição da banda perfeita. O resultado foi:

Vocais – Bono Vox (do U2)
Guitarra – Jimi Hendrix
Baixo – Flea (do Red Hot Chili Peppers)
Teclados – Chris Martin (do Coldplay)
Bateria – Keith Moon (do The Who)
em algumas faixas: Maracas – Bez (ex-Happy Mondays)

Eu só concordo com os três primeiros, mas dependendo do estilo nem esses eu manteria. É muito complicado dizer este é melhor do que aquele e deveria estar na lista de "banda perfeita".

E com certeza na minha lista não teria... maracas... !?

Inclusive, seria muito mais fácil montar uma lista de "banda mais imperfeita". Só aqui do Brasil já dava pra encher listas e listas.

domingo, 16 de março de 2003

Alone

É muito fácil ter conforto psicológico, carinho, atenção, apoio etc. e não dar em troca...
Eu mereço.
É para eu aprender...

"Ela disse adeus e chorou
(Já sem nenhum sinal de amor)
Ela se vestiu e se olhou
(Sem luxo, mas se perfumou)
Lágrimas por ninguém
Só porque é triste o fim
Outro amor se acabou"
           (Ela Disse Adeus – Paralamas do Sucesso)


Fui um péssimo namorado.
:(((

Três anos e cinco meses.
E eu nunca soube o que fazer.

Now I can not speak
I lost my voice
I'm speechless and redundant
Cause I love you's not enough
I lost for words.
           (Redundant – Green Day)


Espero que seja melhor assim e que sejas feliz.
Porque eu nunca soube como te fazer.

sábado, 15 de março de 2003

"It's the way
That we play this sound"
(DJ Marky Feat. Stamina MC)

Ontem depois da aula, festa. Cerveja, música boa (basicamente anos 80) e pessoas.
Ficamos (eu, mais 2 caras e 3 garotas) lá até umas 5h. Depois fomos para o apartamento das meninas, que moram perto da USP.

Que louco que foi!
Até encontrei a Silvia... Lembra? Hehehehe...

Hoje, ainda acordamos e fomos para a ato anti-guerra, na Av. Paulista.

Estou morto, mas valeu a pena.

Claro que sempre há contratempos e algumas... surpresas...
Mas contratempos e adversidades também são indispensáveis para uma noite (com o propósito de diversão) ser maravilhosa.

sexta-feira, 14 de março de 2003

Da água barrenta para o Cabernet-Sauvignon...

"Os clássicos são livros que, quanto mais pensamos conhecer por ouvir dizer, quando são lidos de fato mais se revelam novos, inesperados, inéditos".

"Um clássico é um livro que nunca terminou de dizer aquilo que tinha para dizer".

(Italo Calvino)


Para mim, estas definições servem não só para a literatura, mas para qualquer arte.
Adoro histórias (livros e filmes) que deixam coisas por contar, que fazem você pensar ao invés de dizer tudo.
E não é que nem a Natureza está livre das multas de trânsito??


               


               Salvem as baleias brancas!!

quinta-feira, 13 de março de 2003

O mito da Bio

Há algumas semanas eu escrevi uma história do acontecido na mesa de bilhar do Centro Acadêmico da Biologia. Para quem não se lembra, é esta a história.

Recebi então o comentário de uma garota chamada Claudinha, que, aqui reproduzo:
Essa história tá prá lá de distorcida...
Ninguém beijou a mina, nem transou com ela em cima da mesa de bilhar.
A galera prá lá de bêbada também ficou prá lá de chocada.
Eu sei que a falsa versão é sempre mais interessante do que a verdadeira, mas é sempre bom confirmar as histórias antes de publicá-las, não é mesmo? O CA Bio tá passando a maior pindaíba por causa desse boatos, podendo perder o espaço e o direito a dar festas (as lendárias festas da Biologia).
Já que vc tocou nesse assunto que tal dar uma força na divulgação do problema que tá ocorrendo na Bio?

Té +


E aqui, no blog, me defendo e explico o seguinte:

Claudinha, eu não tive a intenção de ser sensacionalista, mas essa foi a história que chegou até mim. E chegou duas vezes da mesma forma. Ela pode não ter sido assim, mas assim foi divulgada por fontes diametralmente opostas.

Claro que podemos acabar com as mentiras da história, mas para tanto é preciso saber a verdade. Como este blog não tem a intenção de ser um porta-voz do que acontece na universidade, mas sim um meio de diversão por parte do autor e daqueles que o lêem, não me importei com o percentual de veridicidade da história.

Aceito tua ajuda, Claudinha, para a desmitificação do ocorrido.
Sempre o que tiver ao meu alcance...
E saiu a lista dos indicados ao Framboesa de Ouro 2003, que, inverso do Oscar, premia os piores filme do ano.

Veja a lista
"Bichos são dos lixos!!"

Ah, esses bixos do Noturno, viu!?
Sempre se esquecem que depois de certo horário não tem mais ônibus para voltar pra casa, que se demorar muito na aula eles correm o risco de ter que voltar à pé...
Sorte dos bixos que alguns ônibus tem um horário que vai até um pouco depois da meia-noite, mas são poucos. E dá-lhe bixo burro pegando ônibus que não é o seu pra poder ficar mais perto de casa, pra tentar ir andando, aí acaba chegando em casa à uma e meia da manhã...
Que nem eu.

Bixo nasceu pra se foder.
Ou pra se tornar veterano... o que dá na mesma.

quarta-feira, 12 de março de 2003

"Say where ya goin? What you gonna do?
I been lookin' everywhere said I,
I been lookin' for you"
(Guns N' Roses)

Ai, que doidera a aula de Introdução aos Estudos Clássicos ontem...
Dois professores pra 240 alunos.
Ninguém sabia onde ficava quem!! Todo mundo se trombando pelos corredores, tentando achar a sala, o nome, o professor, alguma coisa...

E isso não é só com os bixos não. Os veteranos também estão perdidos!

Tudo culpa do sistema de "organização" de listas de alunos, matérias e professores, o famoso Sistema Júpiter (sim, esse é o nome do sistema). Como tudo na USP, tão organizado que você pode morrer procurando seu nome numa lista...

Como disse o professor da outra turma: "Se você não achou seu nome nas listas, não se preocupe, o Sistema Júpiter mandou seu nome para o espaço...".
Apoiado!!



Criação: Kibe Loco

terça-feira, 11 de março de 2003

As Horas
(The Hours – EUA – 2002 – 114 min)

Lindo filme que, além de contar uma parte – a mais importante – da vida de uma escritora, é bastante literário. Um filme para ser além de visto, sentido.

As Horas conta a história de três mulheres com suas vidas bastante ligadas à obra Mrs. Dalloway, de Virgina Woolf. O interessante é que cada mulher vive em uma época diferente, o que confere ao roteiro grandes créditos por criatividade. As histórias se complementam e se explicam: em 2001, uma lésbica (Streep) quer dar uma festa a um amigo que sofre de doença terminal; em 1951, uma dona-de-casa (Moore) sufocada pela pressão da sua vida e da perfeição imposta ao lar americano daquela década; e em 1921, a própria Virgina Woolf (Kidman) escrevendo Mrs. Dalloway.

Nicole Kidman, com a (famosa) prótese no nariz, não se deixa abalar pela maquiagem e manda uma interpretação muito tocante, bastante intimista, como a própria autora.

Meryl Streep continua com bonita e competente com sua torrente calorosa de emoções gélidas e técnicas, o que descaracteriza a personagem, tornando-a muito parecida com outras personagens interpretadas pela atriz.

Julianne Moore é a que mais surpreende. Ao contrário da Meryl Streep, esta se envolve diretamente com a sua personagem, transformando-se em Laura Brown, a "gerente administrativa do lar", lar esse perfeito, sem um objeto fora de lugar, o que contribui para a pressão psicológica da perfeição.

Aliás, crédito também deve ser dado à cenografia, principalmente nessa época (os 50's) recriada perfeitamente e, portanto, absolutamente verossímil.

Outro destaque deve ser dado, um dos pontos mais altos do filme: a trilha sonora. Philip Glass estava muito inspirado quando criou o tema principal da história. Todas as composições musicais do filme emocionam e casam perfeitamente com o momento visual em que se apresentam. Trilha sonora para se ter em casa.

Uma história tocante, que em poucas vezes peca pelo arrasto, mas cuja direção é salva pelo conteúdo do roteiro e pelas magníficas interpretações, inclusive do indicado ao Oscar Ed Harris como o escritor amigo de Meryl Streep.

As Horas parece ter sido feito para todos aqueles que já sofreram alguma vez na vida. É um filme denso, que diz muito com poucas palavras. No corre-corre que o cinema vem promovendo ultimamente, é um tipo raro de filme: o "romance literário-cinematográfico".
"... and I get a little bit closer to feeling fine" (S. Crow)

Ontem tive minhas duas primeiras aulas:
Introdução aos Estudos da Língua Portuguesa I (a.k.a. IELP) com a Prof. Wilma, um doce de pessoa, muito simpática realmente;
e Elementos de Lingüística (a.k.a. Lingüística) com Prof. Tatit, um cara muito inteligente, muito sacado mesmo.

Até agora não tenho do que reclamar da tão temida docência da Humanas. Mas dizem que você só ama um professor até ele te dar a primeira nota...

Ah, antes de ir para meu primeiro dia de aula na LETRAS, eu fui assistir As Horas, com a Meryl Streep (argh!), Julianne Moore e Nicole Kidman, que conta, entre outras duas, a história da escritora Virginia Woolf.
Já estou caindo de cabeça na literatura...
:)

Mais tarde eu falo melhor do filme.

segunda-feira, 10 de março de 2003

Come Away With Me

Ela toca a alma como quem faz um chá.
Vinte e três anos de idade e cinco dos prêmios mais importantes do Grammy deste ano.
Esta é Norah Jones.

site oficialFilha do indiano Ravi Shankar, guru do ex-beatle George Harrison, ela emociona. Demonstra uma maturidade musical imensa já neste álbum de estréia premiado inclusive com o Grammy de Melhor Disco do Ano.

Sua voz rouca lembra alguns anteriores no estilo. As harmonias às vezes lembram a fase mais calma do Clapton, sua doçura lembra um pouco a Jewel e sua originalidade remonta à de Nina Simone, em sua fase mais calma.

Jones faz um pop/jazz típico de dia chuvoso, com cara de final de filme romântico. Doce, simples e tocante.

As letras falam de amor e de dor, como todo bom jazz, mas sem ser muito melodramática. Em sua maioria foram escritas por Jesse Harris, o guitarrista de sua banda de apoio, sendo só duas escritas pela própria cantora (Nightingale e a faixa-título).

Come Away With Me ironicamente não foi tão bem nas vendagens até o anúncio da lista do Grammy. Hoje, o álbum encabeça a lista e chega a quase 3 milhões de cópias só nos EUA.

Recomendo com veemência a faixa Don't Know Why, vencedora do prêmio de Melhor Música do Ano no Grammy. Também são ótimas a faixa-título Come Away With Me e Feelin' The Same Way.

Além dos cinco prêmios que a própria Srta. Jones levou, o disco ainda foi premiado por Música Melhor Produzida (por Arif Mardin por Don't Know Why), Música do Ano (para o compositor Jesse Harris também por Don't Know Why) e ainda Álbum Melhor Mixado.

Embora o Grammy chame seu estilo de Pop, ninguém me convence que Norah Jones não faça Jazz.
E muito bem feito.


Site com as letras das canções

Ouça a música e cante:


Don't Know Why
(Jesse Harris)
I waited 'til I saw the sun
I don't know why I didn't come
I left you by the house of fun
I don't know why I didn't come
I don't know why I didn't come

When I saw the break of day
I wished that I could fly away
Instead of kneeling in the sand
Catching teardrops in my hand

My heart is drenched in wine
But you'll be on my mind
Forever

Out across the endless sea
I would die in ecstasy
But I'll be a bag of bones
Driving down the road along

My heart is drenched in wine
But you'll be on my mind
Forever

Something has to make you run
I don't know why I didn't come
I feel as empty as a drum
I don't know why I didn't come
I don't know why I didn't come
I don't know why I didn't come

sábado, 8 de março de 2003

Fucking Åmål

Que filme bom!

Aqui para o Brasil veio com o título de Amigas de Colégio

Interessante história bem contada sobre duas adolescentes descobrindo o homossexualismo, a sexualidade em geral e os tabus que a sociedade impõe.

Perfeito para o dia de hoje!

Ótimo catálogo esquecido pela mídia promotora de filmes americanos, que se esquecem que há filmes maravilhosos não produzidos em língua inglesa.

Bonita língua, a sueca.
Bonita atriz, a Rebecca Liljeberg.
Bonito filme de um modo geral.
Às mães, amigas, namoradas, esposas, irmãs, filhas, avós, tias:

Parabéns, mulheres!

E para comemorar, música.

Sobre o tema há muitas, mas adoro essa!
E como não é muito conhecida... :

O Filho Predileto de Rajneesh
(Pato Fu)

Você sabe que a mulher tem um apetite sexual
Dez vezes maior que o seu?
Amigo meu.

Você pode passar uma semana inteira
Resguardando a fronteira do lar
Mas ela sempre quer mais
Mas ela sempre faz mais que você!

Por isso é que o filho é mais dela
Por isso é que o filho é mais dela
Você traz a comida
Mas a panela é dela!

Você sabe que a mulher tem um apetite sexual
Dez vezes maior que o seu?
Amigo meu.

Você pode passar uma semana inteira
Resguardando a fronteira do lar
Mas ela sempre quer mais
Mas ela sempre faz mais que você!

Por isso é que o filho é mais dela
Por isso é que o filho é mais dela
Você traz a comida
Mas a panela é dela!

Por isso é que o filho é mais dela
Por isso é que o filho é mais dela
Você traz a comida
Mas a panela é dela!
A panela é dela!


Parabéns, mulheres ! ! !

Que todos os dias sejam vossos.

sexta-feira, 7 de março de 2003

Boletim MusicoMind

É por isso que eu amo o Los Hermanos.

Imagine o Chico Buarque tocando rock tentando sobreviver no mundo musical atual, mas tentando ganhar espaço por ainda não ser devidamente reconhecido...

Tough.

Mas o mês de abril tá logo aí...

quinta-feira, 6 de março de 2003

Minha mansão no céu
ou
O beijo de uma amiga

Depois do carnaval e de ler a reportagem principal da revista Época (leiam só a reportagem, esqueçam os depoimentos), pensei sobre minha atitude e de todas aquelas que me rodeiam, sobre a atitude feminina de um modo geral.

É engraçado...
As mulheres vivem reclamando que falta caras atenciosos, românticos, cavalheiros etc.

Seja você mulher de qualquer idade, faça um exercício sadio lembrando-se: quantos homens atenciosos e/ou românticos e/ou cavalheiros você conheceu? Você o valorizou? Reconheceu as qualidades dele? Soube apreciá-las?

As mulheres reclamam que falta homem de qualidade, mas a maior parte não sabe valorizar um quando o encontra.

Pense sobre qual deveria ser a postura adequada e evite reclamar pela falta de homens assim, uma vez que a extensa maioria das mulheres não está nem preparada para conhecer um, posto que não sabe reconhecer e apreciar suas qualidades.

E tenho dito.

quarta-feira, 5 de março de 2003

Voltei.
Antes do previsto, é verdade.

Como diria o Roger, um grande amigo meu, num dos seus maravilhosos insights:
– Expectativa é uma MERDA ! !

Tenho muita coisa para dizer e pouca coisa para contar.

Por enquanto prefiro o silêncio.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2003

Uma nota rápida:

Meu crítico de cinema favorito, Celso Sabadin, escreveu tudo aquilo que eu (e muitos outros, como a Rapha) pensam do Oscar.

Genial.
Leiam. Vale a pena.

Agora é sério. Bom Carnaval pro 6.
Carnaval

Este blog permanecerá inativo até domingo (dia 9/3) por conta da viagem que farei com meus familiares para o Camping Clube de Itanhaém.

Deixo aqui a letra de uma música que tem sintetizado bem minha situação nos últimos tempos.

Crying

i travel
all around the city
go in and out of
locomotives
all alone

there's no-one here
and people everywhere

crying 'cause i need you
crying i can feel you
crying 'cause i need you
crying 'cause i care

it's a hot day
and i'm dressed lightly
i move carefully
through the crowd
here everyone
is so vulnerable
and i'm as well

there's no-one here
and people everywhere

crying 'cause i need you
crying i can feel you
crying 'cause i need you
crying 'cause i care

only if a ship would sail in
or just someone came
and knocked at my door
or just (or just) something

crying 'cause i need you

crying 'cause i need you


–.– – –.– – – –..–.– – –.– – – –..–.– – –.– – – –..–.– – –.– – – –..

Tenho evitado o ICQ: gosto de ouvir a risada dos outros.
Fazer alguém rir é meu regozijo, já que mesmo com todos os motivos que tenho, não consigo rir sozinho.

Eu sei que parece meio Patch Adams isso de tentar fazer rir, mas ultimamente tenho tido a impressão que ou é isso ou é o cantinho escuro do quarto.

Tento fazer rir porque é legal as pessoas gostarem de você logo de cara.

É isso.

Bom Carnaval pra todos!

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2003

"Pelado! Pelado! Nu com a mão no bolso!"

Conheci hoje o prédio da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo), que por si só já é um exemplo de (duvidosa) qualidade de arquitetura: no prédio não há janelas, nem ar condicionado. Isso mesmo! No prédio de arquitetura tentaram fazer algo "modernoso", isso lá pelos anos 30, e acabaram construindo o prédio sem janelas, só com um vão no meio para arejar que, óbvio, não dá conta do calorão que tem feito.

Mas o caso é que justamente uma amiga das minhas amigas estuda lá. E na Arquitetura não há essa vagabundagem que é com o pessoal da Humanas (ê ô!! ê ô!!) e já começaram as aulas. Hoje, todos que sabiam da aula, mesmo não sendo do curso, estavam presentes. O motivo: os alunos tinham por tarefa desenhar nus artísticos de um homem e uma mulher, que posavam ali mesmo, em pleno saguão da FAU. Tudo com ajuda do professor de desenho, que dava algumas instruções a alunos e aos pelados.

Por ser logo depois do almoço e por estarem tocando as obras completas menos famosas de algum compositor clássico, alguns cochilaram.

Mas foi uma experiência interessante. Descobrimos na prática que o órgão sexual mais desenvolvido é o cérebro: ver o nu pelo nu, despido (opa!) de qualquer intenção sexual não excita nem tarado. Claro que os mares de celulite da modelo e o raquitismo do modelo ajudaram nessa constatação...

Agora, que tinha muito mais curioso do que estudante de Arquitetura, ah, isso tinha...
E claro que eu também estava lá...

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2003

Bola sete na caçapa do meio!

Hoje fiquei sabendo que a festinha da Letras na sexta não rolou só na Letras, mas em cada canto da Universidade de São Paulo.

Um fato bastante curioso e que gerou bastante polêmica (na verdade não tanta quanto a que ainda vai surgir depois que TODA a universidade ficar sabendo): uma garota pra lá de trêbada na festa da Biologia fez um strip-tease completo em cima de uma mesa de bilhar. Isso até que não seria completa insanidade (!!) não fosse o fato dela estar menstruada e de ter tirado também o absorvente.

Não suficiente, um cara também pra lá de Marrakesh, se atirou a ela e começou a beijá-la, assim, peladinha, em cima da mesa de bilhar... e como todos em volta também estavam bêbados, nem pensaram em separar os dois, visto que a menina não oferecia nenhuma resistência. Resultado: os dois transaram ali mesmo.

Segundo dizem, nenhum dos dois reclamou da transa.

E o Centro Acadêmico da Bio agora precisa de uma nova mesa de bilhar...
Ai, que engraçadas essas coisas da vida...

Parafraseando um forró ruim (que por si só já é pleonasmo): eu tô rindo à toa.

Leiam este blog e principalmente os comentários deste blog...
Vejam se você, leitor, se lembra de algum fato já citado neste blog...

Hahahahaha... Ai, ai...